Depois de conhecermos tantos lugares do Vale da Amoreira sentimos que deviamos pôr tudo, de alguma maneira, no papel.
Pedimos a várias pessoas para desenharem o Vale da Amoreira. Rápidamente percebemos que os elementos e os caminhos que cada um adicionava eram desenhos de memórias e experiências destas pessoas.
Um mapa de histórias.
A nossa preocupação não foi fazer uma representação geográfica da freguesia mas um mapa colectivo, que está mais próximo de uma realidade emocional que de um mapa que costumamos usar para nos orientarmos num lugar.
Isto aconteceu sobretudo com as crianças. Os seus desenhos correspondiam a lugares com que tinham uma forte ligação, o tamanho dos elementos reflectia também a sua importância. Às vezes também contavam histórias inventadas e também não fazia mal se estavam a desenhar no sítio certo ou no lado oposto da freguesia. Foi muito engraçado. E foi também a primeira vez que finalmente ficámos com uma ideia mais clara do que é o Vale da Amoreira.
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